Começa a 02/12/2026 — inscrições junto da entidade.
Início02/12/2026
HorárioDiurno
Vagas—
CustoFinanciado
Curso CET de Técnico especialista em projeto e maquinação avançada (nível 5 do QNQ). Organizado por Centro de Emprego e Formação Profissional de Braga em Braga, começa a 2 de dezembro de 2026. Horário diurno, 1400 horas de formação. Curso de um centro do IEFP, publicado no IEFPOnline. A oferta destes centros é financiada por fundos públicos, sem custo para o formando elegível — confirme as condições na página do curso.
21 módulos (UFCD) · 1400 h, das quais 500 h em contexto de trabalho
1Formação em contexto de trabalho estágio500 h
2Estabelecer estratégias de maquinação a 2 1/2 e 3D em sistemas cam para fresadoras CNC50 h
3Executar e monitorizar o processo de maquinação em fresadoras CNC50 h
4Estabelecer estratégias de maquinação em sistemas cam para fresadoras CNC multi-eixos50 h
5Implementar a legislação laboral25 h
6Calcular custos e duração de ciclos de produção e set-up25 h
7Efetuar o controlo dimensional e geométrico em equipamentos de medição por coordenadas50 h
8Desenvolver sistemas de fixação e apertos50 h
Ver os outros 13 módulos
9Desenvolver e otimizar percursos de maquinação em tornos de CNC com eixo c e y25 h
10Comunicar em língua portuguesa no setor industrial50 h
11Implementar e otimizar o setup interno e externo em máquinas CNC50 h
12Aplicar tolerâncias dimensionais e geométricas para a intercambialidade de peças50 h
13Otimizar modelos CAD para processos de fabrico aditivo e engenharia inversa50 h
14Interagir em inglês no setor industrial50 h
15Otimizar geometrias de CAD 3D para modelação e fabrico digital50 h
16Executar desenhos de fabrico com cotagem funcional50 h
17Desenvolver soluções em folhas de cálculo para o apoio técnico aos processos de fabrico CNC25 h
18Otimizar processos de fabrico subtrativo e aditivo50 h
19Desenvolver técnicas de programação paramétrica orientadas para a geometria e setup50 h
20Monitorizar e otimizar o processo de corte em equipamento CNC50 h
21Efetuar cálculos matemáticos em processos industriais50 h
Programa publicado pelo IEFP no IEFPOnline.
Depois do curso
O que dizem os números públicos sobre este tipo de curso e de profissão. Não são resultados desta ação nem desta entidade.
Emprego 6 meses depois52%
dos formandos desempregados que concluíram cursos de nível 5 (CET e Aprendizagem+) no IEFP tinham emprego 6 meses depois (2024; 2025, provisório: 52%).
Salário de referência1446 €
salário base médio por mês no grupo dos técnicos de qualidade, produção, automação e laboratório no distrito de Braga (outubro de 2024). Média de todas as profissões: 1146 €.
Ofertas de emprego — Norte54
por preencher nos centros de emprego do IEFP para este grupo profissional no fim de setembro de 2026, para 2104 desempregados inscritos no mesmo grupo. Nesse mês: 51 ofertas novas, 34 colocações.
Valor do diploma+167 €
por mês, em média: quem tem um curso pós-secundário não superior (como os CET) ganha 1546 €, contra 1379 € com o ensino secundário (12.º ano) — ganho médio mensal, outubro de 2024.
A seguir ao curso, um estágio profissional do IEFP é muitas vezes o passo seguinte: 79% dos estagiários tinham emprego 6 meses depois (2024).
Contactos publicados pela entidade no Portal da Oferta Formativa.
Cursos CET: o que é e quem pode frequentar
Os Cursos de Especialização Tecnológica (CET) são formações pós-secundárias, não superiores, de nível 5 do QNQ. Dão um diploma de especialização tecnológica numa área técnica e incluem formação em contexto de trabalho. São uma alternativa curta e prática ao ensino superior para quem já tem o 12.º ano.
Quem tem o 12.º ano ou uma qualificação de nível 4 (há regras especiais para quem tem o 11.º ano sem o 12.º, ou mais de 23 anos com experiência na área — confirme com a entidade).
Os requisitos indicados são as regras gerais de cada modalidade. Cada curso pode ter condições próprias (idade, escolaridade, situação perante o emprego, residência) — a entidade formadora confirma na inscrição. Ver quem pode frequentar.
Apoios
Os cursos financiados não têm custo de inscrição nem de frequência para o formando elegível. Conforme a modalidade, o regulamento do programa e a situação de cada pessoa, a entidade pode ainda pagar subsídio de alimentação, despesas de transporte, despesas de acolhimento de filhos ou dependentes e, em algumas modalidades e para alguns formandos (por exemplo, desempregados), uma bolsa de formação. Não há apoios garantidos: pergunte sempre à entidade o que se aplica ao curso e ao seu caso, antes de se inscrever.
Se recebe subsídio de desemprego ou outra prestação social, informe o IEFP ou a Segurança Social antes de começar — a frequência de formação pode ter regras próprias.
Guia da Formação é um site independente e não oficial: não pertence nem está ligado ao IEFP, à ANQEP, à IGeFE, ao Ministério da Educação ou ao programa Pessoas 2030. A informação dos cursos vem do Portal da Oferta Formativa (dados públicos da IGeFE), atualizada todos os dias. Datas, vagas e condições podem mudar: confirme sempre com a entidade formadora antes de se inscrever.