Começa em 2 dias (22/10) — inscrições junto da entidade.
Início22/10/2026
HorárioDiurno
Vagas—
CustoFinanciado
Curso de Aprendizagem de Técnico de programação e maquinação CNC (nível 4 do QNQ). Organizado por Centro de Emprego e Formação Profissional de Aveiro em Aveiro, começa a 22 de outubro de 2026. Horário diurno, 3742 horas de formação. Curso de um centro do IEFP, publicado no IEFPOnline. A oferta destes centros é financiada por fundos públicos, sem custo para o formando elegível — confirme as condições na página do curso.
31 módulos (UFCD) · 1355 h de um total de 3742 h, das quais 300 h em contexto de trabalho
1Organizar e executar as atividades de setup em tornos CNC25 h
2Formação em contexto de trabalho estágio300 h
3Movimento e forças25 h
4Executar maquinação de peças em tornos mecânicos50 h
5Organizar e executar as atividades de setup em fresadoras CNC50 h
6Higiene e prevenção no trabalho50 h
7Executar operações de serralharia mecânica25 h
8Os media hoje25 h
Ver os outros 23 módulos
9Elaborar programas de fabrico em tornos CNC25 h
10Viajar na europa25 h
11O homem e o ambiente25 h
12Elaborar programas de fabrico em fresadoras CNC50 h
13Organização, análise da informação e probabilidades50 h
14Efetuar desenho de fabrico50 h
15Portugal e a sua história25 h
16Atividades de recuperação20 h
17Executar maquinação de peças em fresadoras convencionais50 h
18Ler documentos informativos25 h
19Processador de texto — funcionalidades avançadas25 h
20Implementar as normas de segurança e saúde no trabalho em contexto metalúrgico e metalomecânico25 h
21Conhecer os problemas do mundo atual50 h
22Internet — navegação25 h
23Teoria das projeções — representação do ponto e da reta25 h
24Efetuar a modelação 3D de peças e conjuntos simples em ferramentas de CAD50 h
25Efetuar desenho de peças e de componentes mecânicos50 h
26Publicidade: um discurso de sedução25 h
27Portugal e a europa50 h
28Operações numéricas e estimação25 h
29Física moderna — fundamentos25 h
30Atividades de cariz desportivo, cultural, ambiental e de intervenção cívica ou comunitária60 h
31Efetuar a medição e verificação de peças e componentes mecânicos25 h
Programa publicado pelo IEFP no IEFPOnline.
Depois do curso
O que dizem os números públicos sobre este tipo de curso e de profissão. Não são resultados desta ação nem desta entidade.
Emprego 6 meses depois49%
dos formandos desempregados que concluíram cursos de Aprendizagem no IEFP tinham emprego 6 meses depois (2024; 2025, provisório: 47%).
Salário de referência1477 €
salário base médio por mês no grupo dos técnicos de informática, redes, programação e multimédia no distrito de Aveiro (outubro de 2024). Média de todas as profissões: 1205 €.
Ofertas de emprego — Centro22
por preencher nos centros de emprego do IEFP para este grupo profissional no fim de setembro de 2026, para 328 desempregados inscritos no mesmo grupo. Nesse mês: 17 ofertas novas, 9 colocações.
Valor do diploma+148 €
por mês, em média: quem tem o ensino secundário (12.º ano) ganha 1379 €, contra 1231 € com o 3.º ciclo (9.º ano) — ganho médio mensal, outubro de 2024.
A seguir ao curso, um estágio profissional do IEFP é muitas vezes o passo seguinte: 79% dos estagiários tinham emprego 6 meses depois (2024).
Contactos publicados pela entidade no Portal da Oferta Formativa.
Cursos de Aprendizagem: o que é e quem pode frequentar
Os Cursos de Aprendizagem são cursos de dupla certificação com uma forte componente de formação numa empresa. No fim, o formando fica com o 12.º ano e uma qualificação profissional de nível 4. São organizados sobretudo pelos centros do IEFP e por entidades formadoras certificadas.
Jovens que concluíram o 9.º ano e ainda não têm o 12.º. O limite de idade é definido pelo IEFP para cada período de candidaturas — confirme com a entidade.
Os requisitos indicados são as regras gerais de cada modalidade. Cada curso pode ter condições próprias (idade, escolaridade, situação perante o emprego, residência) — a entidade formadora confirma na inscrição. Ver quem pode frequentar.
Apoios
Os cursos financiados não têm custo de inscrição nem de frequência para o formando elegível. Conforme a modalidade, o regulamento do programa e a situação de cada pessoa, a entidade pode ainda pagar subsídio de alimentação, despesas de transporte, despesas de acolhimento de filhos ou dependentes e, em algumas modalidades e para alguns formandos (por exemplo, desempregados), uma bolsa de formação. Não há apoios garantidos: pergunte sempre à entidade o que se aplica ao curso e ao seu caso, antes de se inscrever.
Se recebe subsídio de desemprego ou outra prestação social, informe o IEFP ou a Segurança Social antes de começar — a frequência de formação pode ter regras próprias.
Guia da Formação é um site independente e não oficial: não pertence nem está ligado ao IEFP, à ANQEP, à IGeFE, ao Ministério da Educação ou ao programa Pessoas 2030. A informação dos cursos vem do Portal da Oferta Formativa (dados públicos da IGeFE), atualizada todos os dias. Datas, vagas e condições podem mudar: confirme sempre com a entidade formadora antes de se inscrever.