Começa em 6 dias (26/10) — inscrições junto da entidade.
Início26/10/2026
HorárioDiurno
Vagas—
CustoFinanciado
Curso de Aprendizagem de Técnico de cozinha e restauração (nível 4 do QNQ). Organizado por Centro de Emprego e Formação Profissional de Santarém em Santarém, começa a 26 de outubro de 2026. Horário diurno, 3612 horas de formação. Curso de um centro do IEFP, publicado no IEFPOnline. A oferta destes centros é financiada por fundos públicos, sem custo para o formando elegível — confirme as condições na página do curso.
28 módulos (UFCD) · 1225 h de um total de 3612 h, das quais 300 h em contexto de trabalho
1Dinâmica de grupos, relações interpessoais, socialização e contextos50 h
2Conhecer os problemas do mundo atual50 h
3Portugal e a sua história25 h
4Implementar os princípios de nutrição e dietética25 h
5Publicidade: um discurso de sedução25 h
6Preparar e confecionar carnes, aves, caça e os seus acompanhamentos ou guarnições50 h
7Portugal e a europa50 h
8Formação em contexto de trabalho estágio300 h
Ver os outros 20 módulos
9Ler documentos informativos25 h
10Higiene e prevenção no trabalho50 h
11Preparar e executar confeções de cozinha25 h
12Planear e organizar a produção de cozinha25 h
13Gerir aprovisionamentos e controlar custos25 h
14Internet — navegação25 h
15O homem e o ambiente25 h
16Preparar e confecionar peixes, mariscos e os seus acompanhamentos ou guarnições50 h
17Implementar regras de higiene e segurança alimentar em hotelaria e restauração25 h
18Processador de texto — funcionalidades avançadas25 h
19Interagir em inglês no serviço de cozinha e de restaurante/bar50 h
20Implementar as normas de segurança e saúde no trabalho em hotelaria e restauração25 h
21Preparar e confecionar molhos e fundos de cozinha25 h
22Agentes económicos e atividades económicas25 h
23Preparar e confecionar acepipes, sopas, entradas, ovos e massas50 h
24Operações numéricas e estimação25 h
25Viajar na europa25 h
26Colaborar e trabalhar em equipa50 h
27Os media hoje25 h
28Organização, análise da informação e probabilidades50 h
Programa publicado pelo IEFP no IEFPOnline.
Depois do curso
O que dizem os números públicos sobre este tipo de curso e de profissão. Não são resultados desta ação nem desta entidade.
Emprego 6 meses depois49%
dos formandos desempregados que concluíram cursos de Aprendizagem no IEFP tinham emprego 6 meses depois (2024; 2025, provisório: 47%).
Salário de referência900 €
salário base médio por mês no grupo dos cozinheiros, empregados de mesa, cabeleireiros e esteticistas no distrito de Santarém (outubro de 2024). Média de todas as profissões: 1108 €.
Ofertas de emprego — Lisboa e Vale do Tejo506
por preencher nos centros de emprego do IEFP para este grupo profissional no fim de setembro de 2026, para 5166 desempregados inscritos no mesmo grupo. Nesse mês: 257 ofertas novas, 129 colocações.
Valor do diploma+148 €
por mês, em média: quem tem o ensino secundário (12.º ano) ganha 1379 €, contra 1231 € com o 3.º ciclo (9.º ano) — ganho médio mensal, outubro de 2024.
A seguir ao curso, um estágio profissional do IEFP é muitas vezes o passo seguinte: 79% dos estagiários tinham emprego 6 meses depois (2024).
Quinta do Mocho - Zona Industrial, EN 114 2005-008 Santarém
Contactos publicados pela entidade no Portal da Oferta Formativa.
Cursos de Aprendizagem: o que é e quem pode frequentar
Os Cursos de Aprendizagem são cursos de dupla certificação com uma forte componente de formação numa empresa. No fim, o formando fica com o 12.º ano e uma qualificação profissional de nível 4. São organizados sobretudo pelos centros do IEFP e por entidades formadoras certificadas.
Jovens que concluíram o 9.º ano e ainda não têm o 12.º. O limite de idade é definido pelo IEFP para cada período de candidaturas — confirme com a entidade.
Os requisitos indicados são as regras gerais de cada modalidade. Cada curso pode ter condições próprias (idade, escolaridade, situação perante o emprego, residência) — a entidade formadora confirma na inscrição. Ver quem pode frequentar.
Apoios
Os cursos financiados não têm custo de inscrição nem de frequência para o formando elegível. Conforme a modalidade, o regulamento do programa e a situação de cada pessoa, a entidade pode ainda pagar subsídio de alimentação, despesas de transporte, despesas de acolhimento de filhos ou dependentes e, em algumas modalidades e para alguns formandos (por exemplo, desempregados), uma bolsa de formação. Não há apoios garantidos: pergunte sempre à entidade o que se aplica ao curso e ao seu caso, antes de se inscrever.
Se recebe subsídio de desemprego ou outra prestação social, informe o IEFP ou a Segurança Social antes de começar — a frequência de formação pode ter regras próprias.
Guia da Formação é um site independente e não oficial: não pertence nem está ligado ao IEFP, à ANQEP, à IGeFE, ao Ministério da Educação ou ao programa Pessoas 2030. A informação dos cursos vem do Portal da Oferta Formativa (dados públicos da IGeFE), atualizada todos os dias. Datas, vagas e condições podem mudar: confirme sempre com a entidade formadora antes de se inscrever.