Começa a 04/12/2026 — inscrições junto da entidade.
Início04/12/2026
HorárioDiurno
Vagas—
CustoFinanciado
Curso EFA que dá o 12.º ano e a qualificação de Técnico de juventude (nível 4 do QNQ). Organizado por Centro de Formação e Reabilitação Profissional de Alcoitão em Cascais, começa a 4 de dezembro de 2026. Horário diurno, 1235 horas de formação. Curso de um centro do IEFP, publicado no IEFPOnline. A oferta destes centros é financiada por fundos públicos, sem custo para o formando elegível — confirme as condições na página do curso.
29 módulos (UFCD) · 1235 h, das quais 210 h em contexto de trabalho
1Oficina de expressão plástica50 h
2Prática em contexto de trabalho estágio210 h
3Políticas de juventude no mundo e relações internacionais25 h
4Gestão e marketing — princípios básicos25 h
5Relações interpessoais50 h
6Planeamento e desenvolvimento de atividades de tempos livres50 h
7Associativismo jovem e cidadania25 h
8Educação e cooperação para o desenvolvimento na área da juventude25 h
Ver os outros 21 módulos
9Trabalho de projeto comunitário — fundamentos50 h
10Oficina de expressão dramática25 h
11Animação e ocupação de tempos livres através da expressão musical e corporal25 h
12Informação aos jovens — contextos e práticas, nacionais e internacionais25 h
13Gestão de associações juvenis50 h
14Projeto de animação sociocultural — avaliação50 h
15Técnico de juventude — contextos e práticas de atuação25 h
16Culturas juvenis — os jovens na atualidade25 h
17Prevenção e intervenção na área da juventude50 h
18Voluntariado jovem25 h
19Projetos de organização de eventos — planeamento e gestão25 h
20Gestão de eventos50 h
21Projeto de animação sociocultural — implementação50 h
22Trabalho de projeto comunitário — metodologia50 h
23Oportunidades para jovens50 h
24Metodologia de trabalho com jovens através do desporto25 h
25Animação e coordenação de campos de férias50 h
26Políticas de juventude em portugal25 h
27Educação não formal — métodos e técnicas50 h
28Saúde e socorrismo25 h
29Métodos e instrumentos de participação e ação com jovens25 h
Programa publicado pelo IEFP no IEFPOnline.
Depois do curso
O que dizem os números públicos sobre este tipo de curso e de profissão. Não são resultados desta ação nem desta entidade.
Salário de referência1667 €
salário base médio por mês no grupo dos animadores, técnicos de ação social, desporto e cultura no distrito de Lisboa (outubro de 2024). Média de todas as profissões: 1568 €.
Ofertas de emprego — Lisboa e Vale do Tejo39
por preencher nos centros de emprego do IEFP para este grupo profissional no fim de setembro de 2026, para 1125 desempregados inscritos no mesmo grupo. Nesse mês: 23 ofertas novas, 13 colocações.
Valor do diploma+148 €
por mês, em média: quem tem o ensino secundário (12.º ano) ganha 1379 €, contra 1231 € com o 3.º ciclo (9.º ano) — ganho médio mensal, outubro de 2024.
A seguir ao curso, um estágio profissional do IEFP é muitas vezes o passo seguinte: 79% dos estagiários tinham emprego 6 meses depois (2024).
Contactos publicados pela entidade no Portal da Oferta Formativa.
Cursos EFA: o que é e quem pode frequentar
Os cursos de Educação e Formação de Adultos (EFA) são para quem tem 18 ou mais anos e quer completar a escolaridade (4.º, 6.º, 9.º ou 12.º ano), ganhar uma qualificação profissional, ou as duas coisas ao mesmo tempo (dupla certificação). Os percursos de nível secundário dão o 12.º ano e uma qualificação de nível 4 do Quadro Nacional de Qualificações (QNQ). Duram de alguns meses a cerca de dois anos e muitos incluem formação prática numa empresa.
Adultos com 18 ou mais anos (excecionalmente menores, se já trabalham) que não têm a escolaridade ou a qualificação do curso. Quem já tem o 9.º ou o 12.º ano pode, em alguns casos, fazer só a parte profissional.
Os requisitos indicados são as regras gerais de cada modalidade. Cada curso pode ter condições próprias (idade, escolaridade, situação perante o emprego, residência) — a entidade formadora confirma na inscrição. Ver quem pode frequentar.
Apoios
Os cursos financiados não têm custo de inscrição nem de frequência para o formando elegível. Conforme a modalidade, o regulamento do programa e a situação de cada pessoa, a entidade pode ainda pagar subsídio de alimentação, despesas de transporte, despesas de acolhimento de filhos ou dependentes e, em algumas modalidades e para alguns formandos (por exemplo, desempregados), uma bolsa de formação. Não há apoios garantidos: pergunte sempre à entidade o que se aplica ao curso e ao seu caso, antes de se inscrever.
Se recebe subsídio de desemprego ou outra prestação social, informe o IEFP ou a Segurança Social antes de começar — a frequência de formação pode ter regras próprias.
Guia da Formação é um site independente e não oficial: não pertence nem está ligado ao IEFP, à ANQEP, à IGeFE, ao Ministério da Educação ou ao programa Pessoas 2030. A informação dos cursos vem do Portal da Oferta Formativa (dados públicos da IGeFE), atualizada todos os dias. Datas, vagas e condições podem mudar: confirme sempre com a entidade formadora antes de se inscrever.