Este curso já começou (19/10/2026). Algumas entidades ainda aceitam inscrições nas primeiras semanas — pergunte. Veja abaixo cursos semelhantes.
Início19/10/2026
HorárioPós-laboral
Vagas15
CustoFinanciado
Ação de Formação Modular Certificada do referencial de Bombeiro/a: unidades de formação de curta duração que contam para uma qualificação. Organizado por Centro de Emprego e Formação Profissional de Beja em Aljustrel, com início a 19 de outubro de 2026 e termina a 25 de novembro de 2026. Horário pós-laboral (noturno), 15 vagas. Curso financiado (PESSOAS 2030), sem custo para o formando elegível.
O que dizem os números públicos sobre este tipo de curso e de profissão. Não são resultados desta ação nem desta entidade.
Salário de referência947 €
salário base médio por mês no grupo dos bombeiros, vigilantes e proteção civil no distrito de Beja (outubro de 2024). Média de todas as profissões: 1076 €.
Ofertas de emprego — Alentejo3
por preencher nos centros de emprego do IEFP para este grupo profissional no fim de setembro de 2026, para 79 desempregados inscritos no mesmo grupo. Nesse mês: 4 ofertas novas, 4 colocações.
A seguir ao curso, um estágio profissional do IEFP é muitas vezes o passo seguinte: 79% dos estagiários tinham emprego 6 meses depois (2024).
A Formação Modular Certificada é feita de unidades de formação de curta duração (UFCD, normalmente de 25 ou 50 horas) do Catálogo Nacional de Qualificações. Serve para atualizar ou ganhar competências sem fazer um curso inteiro: cada UFCD concluída fica registada no Passaporte Qualifica e pode contar para uma qualificação completa mais tarde.
Adultos com 18 ou mais anos (excecionalmente menores, se já trabalham), empregados ou desempregados. Têm prioridade as pessoas sem o ensino básico ou secundário completo.
Os requisitos indicados são as regras gerais de cada modalidade. Cada curso pode ter condições próprias (idade, escolaridade, situação perante o emprego, residência) — a entidade formadora confirma na inscrição. Ver quem pode frequentar.
Apoios
Os cursos financiados não têm custo de inscrição nem de frequência para o formando elegível. Conforme a modalidade, o regulamento do programa e a situação de cada pessoa, a entidade pode ainda pagar subsídio de alimentação, despesas de transporte, despesas de acolhimento de filhos ou dependentes e, em algumas modalidades e para alguns formandos (por exemplo, desempregados), uma bolsa de formação. Não há apoios garantidos: pergunte sempre à entidade o que se aplica ao curso e ao seu caso, antes de se inscrever.
Se recebe subsídio de desemprego ou outra prestação social, informe o IEFP ou a Segurança Social antes de começar — a frequência de formação pode ter regras próprias.
Guia da Formação é um site independente e não oficial: não pertence nem está ligado ao IEFP, à ANQEP, à IGeFE, ao Ministério da Educação ou ao programa Pessoas 2030. A informação dos cursos vem do Portal da Oferta Formativa (dados públicos da IGeFE), atualizada todos os dias. Datas, vagas e condições podem mudar: confirme sempre com a entidade formadora antes de se inscrever.